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carioca CLAUDETTE
SOARES é assim: quando você pensa que ela está quietinha, cantando os “standards” de seu repertório, ela reaparece com um estoque novo de canções e, de repente, são essas canções que se tornam “standards”, ou seja: aquelas que todos os outros cantores começam a cantar.
Foi assim quando ela lançou "Primavera", de Carlinhos Lyra e Vinícius;
"A Volta", de Menescal e Bôscoli; "O Amor é Chama", de Marcos e Paulo Sérgio Valle;
"Tristeza de Nós Dois", de Durval Ferreira e Maurício Einhorn;
"Razão de Viver", de Eumir Deodato e Paulo Sérgio Valle; "Coisas", de Taiguara. Sim, foi CLAUDETTE que fez com que essas belezas estejam até hoje entre nós.
Bem, isso quanto ao repertório.
Mas, quanto ao estilo, é a mesma coisa. Ela não fica parada.
Quando mal tinha idade para sair à noite - quanto mais para
cantar em boates - já estava nas madrugadas da Boate Plaza, em
Copacabana, onde se cozinhava a maior revolução da música
brasileira: a Bossa Nova.
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